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 Comitê Gestor do eSocial publicou a Resolução nº 19, de 9 de novembro de 2018, aprovando a versão 2.5 do leiaute do eSocial, disponível na área de Documentação Técnica do portal.http://portal.esocial.gov.br/institucional/legislacao/resolucao-do-comite-gestor-do-esocial-no-19-de-09-de-novembro-de-2018

A versão 2.5 do leiaute acompanha um controle de alterações da versão. Nesta versão, foram incorporadas as Notas Técnicas de 01 a 09, além de outras melhorias.

Esta versão será utilizada a partir das seguintes datas:

  • Ambiente de Produção Restrita (testes): 17/12/2018
  • Ambiente de Produção: 21/01/2019
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Dispõe sobre os procedimentos pertinentes à geração e arrecadação da guia de recolhimento mensal e rescisório do FGTS durante período de adaptação à obrigatoriedade à prestação de informações pelo eSocial.

A Caixa Econômica Federal – CAIXA, na qualidade de Agente Operador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 7º, inciso II, da Lei nº 8.036, de 11/05/1990, e de acordo com o Regulamento Consolidado do FGTS, aprovado pelo Decreto nº 99.684, de 08/11/1990, alterado pelo Decreto nº 1.522, de 13/06/1995, em consonância com a Lei nº 9.012, de 11/03/1995 e com o Decreto n° 8.373, de 11/12/2014, em especial ao que estabelece o seu §1º do Art. 2º e Art. 8º, publica a presente Circular.

1 Divulga orientações referentes à fase de convivência relacionada à transmissão dos eventos ao eSocial, que trata a Resolução do Comitê Diretivo do eSocial nº 02, de 30/08/2017 e suas alterações, bem como o atual modelo operacional do FGTS, assim como, conseqüente, aos prazos relativos aos procedimentos administrativo-operacionais a serem observados pelos agentes financeiros e empregadores integrantes do sistema do FGTS.

1.1 Para tanto, observados os procedimentos contidos no “Manual de Orientação ao Empregador – Recolhimentos Mensais e Rescisórios ao FGTS e das Contribuições Sociais”, divulgado no site da CAIXA, poderá o empregador, até a competência janeiro/2019, efetuar o recolhimento pela GRF, emitida pelo SEFIP.

1.2 As guias referentes aos recolhimentos rescisórios – GRRF – poderão ser utilizadas pelos empregadores para aqueles desligamentos de contratos de trabalho ocorridos até 31 de janeiro de 2019.

1.3 Os empregadores de que trata a presente Circular são aqueles caracterizados no inciso I, do artigo 2º da Resolução do Comitê Diretivo do eSocial nº 02, de 30/08/2017.

2 Esta Circular CAIXA entra em vigor na data de sua publicação e revoga a Circular CAIXA nº 818, de 30 de julho de 2018.

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A segunda fase do eSocial tem início nesta quarta-feira, dia 10 de outubro, abrangendo entidades empresariais com faturamento de até R$ 78 milhões no ano de 2016 e que não sejam optantes pelo Simples Nacional. Essa etapa envolve o envio de dados dos trabalhadores e seus vínculos empregatícios até 9 de janeiro de 2019. 

As empresas de médio porte, cujo faturamento ficou entre R$ 4,8 milhões e R$ 78 milhões, iniciaram em julho de 2018 o envio de dados pelo eSocial. Isso já era obrigatório para as grandes empresas desde o início deste ano. 

No tocante a micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional, inclusive o Microempreendedor Individual (MEI), destaca-se que não devem enviar eventos via sistema eSocial antes dos novos prazos estabelecidos para esse grupo. As informações que já foram enviadas permanecerão no ambiente do eSocial e poderão ser retificadas ou complementadas quando o sistema reabrir para essas empresas, em janeiro de 2019.
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eSocial

Começou o ingresso no eSocial das empresas de porte médio, com faturamento entre R$ 4,8 milhões e R$ 78 milhões, na segunda 16/07.

A obrigação para as empresas de menor porte (com faturamento anual de até R$4,8 milhões) e as MEI que empregam pessoas, de inserirem os dados no eSocial vale apenas a partir de novembro, mas a ferramenta já está disponível para esse público.

A ferramenta unifica as informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas dos empreendedores num banco de dados administrado pelo governo federal.

A Receita Federal espera a adesão de 155 mil MEI com empregados e 2,7 milhões de empresas do Simples Nacional.

O governo estima que a implantação do eSocial pode aumentar a arrecadação em R$20 bilhões por ano só por eliminação de erros, que levam as empresas a pagarem menos do que o devido.


Fases escalonadas:

Assim como está acontecendo com as grandes empresas, a implementação do eSocial para esse segundo grupo será de forma escalonada, dividida em cinco fases, distribuídas de junho de 2018 a janeiro de 2019.

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As informações referentes a Saúde e Segurança no Trabalho (SST) serão enviadas ao eSocial em eventos, periodicamente, sendo os principais:

Evento S-1060 – Tabela de Ambientes de Trabalho: Descrito para a criação de uma tabela a ser usada pelo empregador em eventos posteriores, os ambientes existentes e os fatores de riscos a ele associados, atribuindo um código a este ambiente. Nesse momento não haverá vinculação de trabalhador, pois é uma informação geral que será utilizada em momento posterior.

Evento S-2210 – Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT): Comunicar acidente de trabalho pelo empregador, ainda que não haja afastamento do trabalhador de suas atividades, não sendo mais necessário utilizar o sitio do Dataprev do governo.

Evento S-2220 – Monitoramento da Saúde do Trabalhador: Acompanhamento da saúde do trabalhador durante o seu contrato de trabalho, com informações relativas aos atestados de saúde ocupacional (ASO) e exames complementares (corresponde as exigidas no Perfil Profissiográfico Previdenciário – PPP.) 

Evento S-2240 – Condições Ambientais do Trabalho – Fatores de Risco: Vinculação de cada trabalhador aos ambientes que exercem atividades (códigos do evento S-1060). É individualizado a quais fatores de risco existentes no ambiente o trabalhador está exposto e a descrição das proteções coletivas e individuais.

Evento S-2241 – Insalubridade, Periculosidade e Aposentadoria Especial: Será informado se as exposições declaradas no evento S-2240 acarretam o direito ao pagamento aos adicionais de insalubridade, periculosidade ou se reconhece a exposição a fatores de risco que ensejam o pagamento do adicional previsto na legislação para o custeio da aposentadoria especial.

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As informações dos eventos relacionados à Saúde e Segurança do Trabalhador (SST) será a última etapa, iniciando em Janeiro de 2019 para grandes empresas.

O eSocial trará uma grande mudança no fluxo de informações relativas ao SST entre as empresas e os órgãos governamentais.

Irá alterar a rotina dos profissionais de segurança e saúde, exigindo integração plena com os gestores de RH e TI, que passarão a enviar eletronicamente informações sobre cada detalhe da condição de trabalho e os riscos envolvidos em suas atividades praticamente em tempo real.

Todos os parâmetros técnicos que justifiquem o pagamento de direitos trabalhistas como insalubridade, periculosidade e aposentadoria especial deverão ser expostos claramente utilizando as tabelas e códigos definidos pelo Leiaute do eSocial.

Assim, uma nova cultura surgirá com o eSocial, promovendo um controle eficaz da exposição a agentes nocivos e a prevenção de doenças. Além disso, a validação incorreta das informações trata riscos para a empresa, como multas e ações trabalhistas, pois esta poderá ser cobrada na aplicação da lei.

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16 de julho de 2018 é a data de início estabelecida para micro e pequenas empresas realizarem o primeiro envio do eSocial.
O sistema é o mesmo das grandes empresas, sendo assim, todas as informações referentes às obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas devem ser mandadas em um único envio.
Para o Microempreendedor Individual (MEI) foi desenvolvido um módulo para ajudar os usuários do programa na qualidade de empregador para o cumprimento de suas obrigações trabalhistas tributarias.
Na condição de microempreendedor, não foi feita nenhuma mudança até o momento, ele continuará fazendo uso do SIMEI, que é um sistema de pagamento de tributos unificados, em valores fixos mensais.

Cronograma de implantação para micro e pequenas empresas:


  • Fase 1: Julho/18: Apenas informações relativas às empresas, ou seja, cadastros do empregador e tabelas
  • Fase 2: Set/18: Nesta fase, empresas passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos com as empresas (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos
  • Fase 3: Nov/18:Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento
  • Fase 4: Janeiro/19:Substituição da GFIP (Guia de informações à Previdência Social) e compensação cruzada
  • Fase 5: Janeiro/19: Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador


O que fazer antes de enviar os eventos:

  • Qualificação cadastral dos colaboradores: Validar informações básicas vai evitar muitos problemas no momento da transição, além de atualizar todos os dados do quadro de funcionários da empresa.
  • Saneamento da base de dados: Os dados que serão enviados devem estar de acordo com a situação atual dos colaboradores e com as tabelas-padrões disponibilizadas pelo eSocial. Essa etapa deve ser tratada de forma minuciosa, pois o envio de dados desatualizados ou inconsistentes pode gerar problemas futuros.


Atenção aos detalhes:

  • Mantenha o sistema sempre atualizado para garantir o preenchimento completo das informações e gerar de forma correta os dados a serem enviados.
  • O acesso ao eSocial poderá ser via Certificado Digital (CD) – assinatura com validade jurídica que funciona como identidade virtual, permitindo a identificação segura e inequívoca do autor de uma mensagem ou transação feita em meios eletrônicos.
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Início da obrigatoriedade:

A data de início de obrigatoriedade para os empregadores serão três:

  • 01/01/2018 – Grupo 1: Entidades empresariais que, em 2016, tiveram Receita Bruta superior a 78 milhões, com base nas informações declaradas na ECF. As personalidades jurídicas aqui destacadas são aquelas cuja natureza jurídica inicie com 2, conforme 2016.

  • 01/07/2018 – Grupo 2: Demais empregadores não abrangidos nos grupos 1 ou 3, sejam estas pessoas físicas ou jurídicas, com ou sem fins lucrativos.

  • 01/01/2019 – Grupo 3: Entes públicos, assim considerados os empregadores cuja natureza jurídica inicie com 1, ou seja, pertençam a família “1. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA” do Anexo V da IN RFB 1634/2016.

 

Escalonamento de envio dos eventos:

Apesar de o início da obrigatoriedade ser em 01/01/2018, 01/07/2018 e 01/01/2019, conforme detalhado acima, o prazo de transmissão dos eventos não será imediato. Ele ocorrerá de forma escalonada, por família de eventos e por grupo de empregadores:

  • Eventos de tabelas: Grupo 1, de 08/01 a 28/02/2018; Grupo 2, de 16/07 a 31/08/2018 e Grupo 3, de 14/01 a 28/02/2019.

  • Eventos não periódicos:  Grupo 1, de 01/03 a 30/04/2018; Grupo 2, de 01/09 a 31/10/2018; Grupo 3, de 01 a 30/04/2019.

  • Eventos periódicos: Grupo 1, a partir de 01/05/2018; Grupo 2, a partir de 01/11/2018; Grupo 3, a partir de 01/05/2019.

  • Eventos de SST: Grupo 1 e 2, a partir de 01/01/2019; Grupo 3 a partir de 01/07/2019.


Para facilitar a compreensão, segue detalhamento dos prazos de envio qualificados por Evento, Vencimento e Grupo de empresas.

 


Eventos de tabelas:

  • S-1000 – Informações do Empregador/Contribuinte/Órgão Público

  • S-1005 – Tabela de Estabelecimentos, Obras ou Unidades de Órgãos Públicos

  • S-1010 – Tabela de Rubricas

  • S-1020 – Tabela de Lotações Tributárias

  • S-1030 – Tabela de Cargos/Empregos Público

  • S-1035 – Tabela de Carreiras Públicas

  • S-1040 – Tabela de Funções/Cargos em Comissão S-1040 – Tabela de Funções/Cargos em Comissão

  • S-1050 – Tabela de Horários/Turnos de Trabalho

  • S-1070 – Tabela de Processos Administrativos / Judiciais

  • S-1080 – Tabela de Operadores Portuários


Prazo de envio para o Grupo 1: De 08/01/2018 a 28/02/2018 – Todos os eventos com início de vigência em 01/01/2018.

Prazo de envio para o Grupo 2: De 16/07/2018 a 31/08/2018 – Todos os eventos com início de vigência em 01/07/2018.

Prazo de envio para o Grupo 3: De 14/01/2019 a 28/02/2019 – Todos os eventos com início de vigência em 01/01/2019.

 


Eventos não periódicos
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  • S-2190 – Admissão de Trabalhador – Registro Preliminar

  • S-2200 – Cadastramento Inicial do Vínculo e Admissão/Ingresso de Trabalhador

  • S-2205 – Alteração de Dados Cadastrais do Trabalhador

  • S-2206 – Alteração de Contrato de Trabalho

  • S-2230 – Afastamento Temporário

  • S-2250 – Aviso Prévio

  • S-2260 – Convocação para Trabalho Intermitente

  • S-2298 – Reintegração

  • S-2299 – Desligamento

  • S-2300 – Trabalhador Sem Vínculo de Emprego/Estatutário – Início

  • S-2306 – Trabalhador Sem Vínculo de Emprego/Estatutário – Alteração Contratual

  • S-2399 – Trabalhador Sem Vínculo de Emprego/Estatutário – Término

 

Prazo de envio para o Grupo 1: De 01/03/2018 a 30/04/2018 – Todos os eventos com início de vigência em 01/03/2018. Ou seja, trabalhadores demitidos antes de 01/03/2018 não precisam ser enviados.

Prazo de envio para o Grupo 2: De 01/09/2018 a 31/10/2018 – Todos os eventos com início de vigência em 01/09/2018. Ou seja, trabalhadores demitidos antes de 01/09/2018 não precisam ser enviados.

Prazo de envio para o Grupo 3: De 01/03/2019 a 30/04/2019 – Todos os eventos com início de vigência em 01/03/2019. Ou seja, trabalhadores demitidos antes de 01/03/2019 não precisam ser enviados.

 


Eventos periódicos:

  • S-1200 – Remuneração de trabalhador vinculado ao Regime Geral de Previd. Social

  • S-1202 – Remuneração de servidor vinculado a Regime Próprio de Previd. Social

  • S-1207 – Benefícios previdenciários – RPPS

  • S-1210 – Pagamentos de Rendimentos do Trabalho

  • S-1250 – Aquisição de Produção Rural

  • S-1260 – Comercialização da Produção Rural Pessoa Física

  • S-1270 – Contratação de Trabalhadores Avulsos Não Portuários

  • S-1280 – Informações Complementares aos Eventos Periódicos

  • S-1295 – Solicitação de Totalização para Pagamento em Contingência

  • S-1298 – Reabertura dos Eventos Periódicos

  • S-1299 – Fechamento dos Eventos Periódicos

  • S-1300 – Contribuição Sindical Patronal

 

Prazo de envio para o Grupo 1: A partir de 01/05/2018 – Todos os eventos com início de vigência em 01/05/2018.

Prazo de envio para o Grupo 2: A partir de 01/11/2018 – Todos os eventos com início de vigência em 01/11/2018.

Prazo de envio para o Grupo 3: A partir de 01/05/2019 – Todos os eventos com início de vigência em 01/05/2019.

 


Eventos de SST:

  • S-1060 – Tabela de Ambientes de Trabalho

  • S-2210 – Comunicação de Acidente de Trabalho

  • S-2220 – Monitoramento da Saúde do Trabalhador

  • S-2240 – Condições Ambientais do Trabalho – Fatores de Risco

  • S-2241 – Insalubridade, Periculosidade e Aposentadoria Especial

 

Prazo de envio para o Grupo 1: A partir de 01/01/2019.

 

Prazo de envio para o Grupo 2: A partir de 01/01/2019.

 

Prazo de envio para o Grupo 3: A partir de 01/07/2019.

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eSocial

A partir de março será feito o envio dos eventos não periódicos, e para isso é necessário que a empresa tenha todas as informações de dados básicos dos trabalhadores regulares.

Os empregadores devem utilizar a ferramenta “Consulta Qualificação Cadastral” para identificar possíveis divergências entre os cadastros internos das empresas, o Cadastro de Pessoas Físicas – CPF e o Cadastro Nacional de Informações Sociais – CNIS, e nos casos de incorreções apresentará as orientações para que se proceda a qualificação cadastral. Essa consulta pode ser feita até o dia 28 de fevereiro.

Não há obrigatoriedade de envio dos dados necessariamente nos primeiros dias e a empresa pode fazer os acertos necessários em seus sistemas internos, assim como utilizar o ambiente de produção restrita para testes, e então só depois começar a enviar informações à Base Nacional.

Multas e penalidades

As empresas que não enviarem os dados estão sujeitas a penalidades e multas. A multa prevista é de R$1,5 mil pelo não envio da escrituração digital, mas esse valor pode ser acumulado com as penalidades previstas pelas omissões das declarações que estarão sendo substituídas pelo eSocial.

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eSocial

Algumas das obrigações das empresas perante ao Governo Federal tem relações entre si, que é o caso da DIRF e o eSocial. Por conta disso os profissionais devem ficar atentos às demandas existentes. Atrasar uma delas pode resultar em multas e pagamentos de taxas extras que vão resultar em despesas desnecessárias para a empresa.

 

A DIRF

A DIRF (Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte) tem como referência os dados do ano anterior (ano-base).

Por meio dela, pessoas jurídicas declaram os pagamento, contribuições e remessas de dinheiro feitas a outras pessoas, tanto físicas quanto jurídicas, mantendo a Receita Federal ciente sobre as informações de retenção de impostos, distribuição de lucros ou remessas de recursos para o exterior.

 

O eSocial

O eSocial seria uma versão do SPED para a área trabalhista, englobando as informações acessórias enviadas por meio de declarações como CAGED, RAIS, GFIP e DIRF.

 

Evento S1300: A substituição da DIRF

O layout de implantação do eSocial prevê algo chamado de “Evento S1300”, uma aba de “Pagamentos diversos” que agrega todas as informações presentes na DIRF, assim, a DIRF deixará de existir em um futuro não muito distante.

Dessa forma, se a empresa informar mensalmente por meio do eSocial os pagamentos realizados que tenham algum tipo de retenção de Imposto de Renda, a mesma estará desobrigada a enviar a DIRF. Essa medida visa evitar o envio em duplicidade das informações.

Porém, essa substituição oficialmente ainda não está em vigor, pois ainda não existe uma legislação vigente eliminando a DIRF. Então, é importante ficar atento às normas atuais quanto às publicações regulares da Receita Federal por meio do Diário Oficial.

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